São Paulo, sexta-feira 13 de agosto de 2010.
Estimula-se que o mundo está para acabar, e a culpa é nossa, mau-tratando tudo, devastando e matando sem pudor, crentes na salvação de Deus.
De forma corriqueira as notícias borbulham; Anunciou-se o fim da Guerra do Iraque, anunciaram cura para doenças, mas as pessoas ainda morrem sem explicação.
O Planeta parece girar em velocidade acelerada, quando me deparo com a quantidade de tempo que já passou e o estiro que minha vida teve. O planeta de fato, corre. E deste, predestinam o fim. Temo! Temo em não dar tempo de aquecer-me mais com seu conhecimento, e temo mais em não dar tempo das pessoas se aquecerem com seu conhecimento e não se conscientizarem que os problemas nasceram de nossas mãos, mas as resoluções também podem nascer delas. Por isso quando paro para pensar o quão de coisas boas existem e são desconhecidas, pois estamos ocupados com o que não presta eu perco a fé, em mim mesma e na sociedade por nossa falta de atitude do bem.
Devemos entender que a falta de perspectiva das notícias, a desgraça da arrogância, a falta de humanidade e outras atitudes que teimamos em ter, são atalhos para esse prematuro fim. Um apelo aqui é feito: Paramos com isso, e ajamos por fim como seres de coração, alma, carne e osso, ajamos como seres humanos, e vivamos intensamente, aos extremos! Mas sempre zelando pela vida, num contexto social.
Um comentário:
"a desgraça da arrogância, a falta de humanidade e outras atitudes que teimamos em ter, são atalhos para esse prematuro fim"! woooow, arrasou amiga!
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