Querido, você chegou pra mim
como um furacão em fúria
e tudo que eu queria era ficar ali naquela ventania
e você veio e arrancou, partiu, levou pra longe meu coração
e querido, agora só me restou um poema medíocre sem rimas.
Eu destruí meu orgulho por você,
e você destruiu meu coração
O que mais me dói foi saber que todo esse tempo
você foi único e eu apenas mais uma.
Mas que diferença faz agora não é querido?
Você pode fazer o que quiser, afinal
e cada coisinha que você fez, meu querido cretino
acabou comigo.
Deixei minha estranheza clara pra você
Não adianta querer me mudar e eu bem que tentei
Mas que diferença faz agora não é?
Eu me sinto frustrada por saber
que você está perambulando por ai levando meu coração no bolso do seu descaso
e o que você deixou pra mim querido...
Não me agrada... Apenas dor, apenas dor!
Isso fica maior, isso fica pior
pelo vazio que você deixou no meu coração
eu rezo pra te odiar um pouco, ou pelo menos te esquecer
eu tento gritar isso, e acabar de uma vez por todas
você deveria virar passado,
você deveria devolver meu coração despedaçado e eu o quero de volta!
Pois, enquanto você está por ai, levando meu coração partido no bolso
Me restou apenas desabafar num poema medíocre sem rimas.
26 de maio de 2010
25 de maio de 2010
Grow up now
Obviamente é uma ironia particular chamar-me de cabeça vazia, pois todas as noites de insônia ela pega fogo em pensamentos. As vezes acho que posso desaparecer em meus pensamentos, as vezes não é legal ficar com pensamentos temerosos sobre o futuro, esse obrigatório planejamento do amanhã que temos de fazer algum momento das nossas vidas. É temeroso, pior ainda é só pensar, e ficar parada. É clichê ter esse tipo de medo, mas é a pura verdade... esse medo adolescente de crescer.
Tenho saudades de ser criança e ter aquela inocência com tudo, sinto falta daquele olhar verdadeiro e o laço protector que tinha envolta, eu sinto tanta falta de ser desprovida de preocupações, o tempo é ingrato.
Movida por melodias tão inspiradoras, a cada dia penso como seria se seguisse todos os conselhos que já me deram, ou vontades que tentaram me impor, eu fico triste as vezes, pois relembrar do que já foi, saber que aquele sentimento feliz e singelo não volta mais é muito triste, mas, fico feliz em saber que novos sentimentos, novos momentos, novos caminhos terão de ser construídos, e não há melhor caminho a ser construído com as pedras do que você, somente você acredita.
O tempo passa e torna-se apenas lembranças do que já foi um dia, mas vem novos tempos e nada melhor do que você ser o seu próprio senhor do tempo.
So.. Grow up now!
Tenho saudades de ser criança e ter aquela inocência com tudo, sinto falta daquele olhar verdadeiro e o laço protector que tinha envolta, eu sinto tanta falta de ser desprovida de preocupações, o tempo é ingrato.
Movida por melodias tão inspiradoras, a cada dia penso como seria se seguisse todos os conselhos que já me deram, ou vontades que tentaram me impor, eu fico triste as vezes, pois relembrar do que já foi, saber que aquele sentimento feliz e singelo não volta mais é muito triste, mas, fico feliz em saber que novos sentimentos, novos momentos, novos caminhos terão de ser construídos, e não há melhor caminho a ser construído com as pedras do que você, somente você acredita.
O tempo passa e torna-se apenas lembranças do que já foi um dia, mas vem novos tempos e nada melhor do que você ser o seu próprio senhor do tempo.
So.. Grow up now!
19 de maio de 2010
Adeus sem despedida
Não sabe o quanto estou te odiando agora, sabe que normalmente
eu te amo, mas essa nossa relação de amor e ódio me confunde muito. Horas se amando, horas brigando e dias sem se falar.
Não está mais sendo saudável, não gosto de ter um sorriso amarelo como a única manifestação de afecto entre nós, o único beijo que recebo vem de um bilhete, te vejo todos os dias e sinto saudade, melhor sumir de vez e fingir que nada existiu, a saudade some junto. Estamos nos afastando e nos aproximando do fim.
Por que estamos parados enquanto vemos tudo desmoronar? É melhor que tudo acabe mesmo meu coração está acostumado, nem dói tanto, já foi partido e repartido e está todo remendado.
Eu vejo seu desdém como um apelo para atenção, uma atenção que eu não posso mais dar, nada do que tenho para lhe oferecer não é mais útil, não é suficiente, e, querido, o mesmo sentimento tenho com você.
Sem despedida, nós damos adeus e vamos desmanchando e deixando essa realidade sumir e vamos tornando nossas vidas em dois caminhos distintos e distantes, é essa a nossa rotina agora.
eu te amo, mas essa nossa relação de amor e ódio me confunde muito. Horas se amando, horas brigando e dias sem se falar.
Não está mais sendo saudável, não gosto de ter um sorriso amarelo como a única manifestação de afecto entre nós, o único beijo que recebo vem de um bilhete, te vejo todos os dias e sinto saudade, melhor sumir de vez e fingir que nada existiu, a saudade some junto. Estamos nos afastando e nos aproximando do fim.
Por que estamos parados enquanto vemos tudo desmoronar? É melhor que tudo acabe mesmo meu coração está acostumado, nem dói tanto, já foi partido e repartido e está todo remendado.
Eu vejo seu desdém como um apelo para atenção, uma atenção que eu não posso mais dar, nada do que tenho para lhe oferecer não é mais útil, não é suficiente, e, querido, o mesmo sentimento tenho com você.
Sem despedida, nós damos adeus e vamos desmanchando e deixando essa realidade sumir e vamos tornando nossas vidas em dois caminhos distintos e distantes, é essa a nossa rotina agora.
13 de maio de 2010
Naqueles dias
A cólica me vem como um aviso,todo mês, todo santo mês! O metabolismo que já é lerdo, funciona mais e mais fora da minha vontade, todo santo mês eu assisto aquele vermelho sair de mim!
O mau humor me toma de assalto, os gritos são expressões irritadas, os choros são sem razões, eu não consigo me contentar, quando olho no espelho, quando durmo, quando acordo... nada me agrada. É como se eu estivesse em um trem, a fragilidade sentimental que torna meu humor instável são as estações.
São quatro dias ou mais, que vejo minha vaidade escorrer pelo ralo, nesses dias, não vejo o porque de falar bonitinho.
Uma crise existencial me sai dos hormônios, a minha poesia fica fraca, fica sem rima, enquanto o mundo vai girando girando, eu vou pirando pirando...
A mulher odeia ser mulher, todo mês, todo santo mês! Enquanto a impaciência chega feito ânsia, o mau humor é inflamável e qualquer faísca explode.
Todo mês naqueles dias, todo santo mês.
O mau humor me toma de assalto, os gritos são expressões irritadas, os choros são sem razões, eu não consigo me contentar, quando olho no espelho, quando durmo, quando acordo... nada me agrada. É como se eu estivesse em um trem, a fragilidade sentimental que torna meu humor instável são as estações.
São quatro dias ou mais, que vejo minha vaidade escorrer pelo ralo, nesses dias, não vejo o porque de falar bonitinho.
Uma crise existencial me sai dos hormônios, a minha poesia fica fraca, fica sem rima, enquanto o mundo vai girando girando, eu vou pirando pirando...
A mulher odeia ser mulher, todo mês, todo santo mês! Enquanto a impaciência chega feito ânsia, o mau humor é inflamável e qualquer faísca explode.
Todo mês naqueles dias, todo santo mês.
10 de maio de 2010
Uma só rima
Tudo acontece, não vamos percebendo
Nós erramos, mas estamos aprendendo
Tudo vai acontecendo e acontecendo
O tempo vem e passa correndo
Vamos comprando, vamos querendo
Um novo dia vai nascendo
o tempo vem e passa correndo
a juventude vai morrendo
Nós erramos, mas estamos aprendendo
Pessoas novas vamos conhecendo
Tudo vai acontecendo e acontecendo
E enquanto estamos rindo estamos envelhecendo
tudo vai acontecendo e acontecendo
e nós vamos esquecendo
e enquanto choramos estamos envelhecendo
E rugas o tempo está trazendo
Estamos envelhecendo e envelhecendo
linhas vão se rompendo
mas estamos vivendo
E enquanto respiramos estamos envelhecendo.
Nós erramos, mas estamos aprendendo
Tudo vai acontecendo e acontecendo
O tempo vem e passa correndo
Vamos comprando, vamos querendo
Um novo dia vai nascendo
o tempo vem e passa correndo
a juventude vai morrendo
Nós erramos, mas estamos aprendendo
Pessoas novas vamos conhecendo
Tudo vai acontecendo e acontecendo
E enquanto estamos rindo estamos envelhecendo
tudo vai acontecendo e acontecendo
e nós vamos esquecendo
e enquanto choramos estamos envelhecendo
E rugas o tempo está trazendo
Estamos envelhecendo e envelhecendo
linhas vão se rompendo
mas estamos vivendo
E enquanto respiramos estamos envelhecendo.
7 de maio de 2010
Veleidade
Minhas vontades são impulsos, minha inveja me corrompe, eu só te mostro o meu pior. Minha concorrência trás meus valores, valores estes que são divididos: tenho o que quero, o que não quero e o resto todo é pra te impressionar.
De um lado, somos predestinados a ser bons amigos, mas destino funciona para nós como um labirinto e temos que nos perder para nos achar, já disse algum sábio.
Talvez por te gostar tanto te tenho como concorrente, como inimigo. Isso é injusto! Sei que podemos nos encontrar, tomar um café talvez! Sei que temos assuntos para varar a madrugada.
Disse antes que minha inveja me corrompe, e de fato corrompe, mas só tenho inveja por gostar muito e tenho a frustração de saber que quando estou sendo verdadeira estou te mostrando o pior de mim, mas só gosto de ti, e esse meu gostar me estraga.
Amigos inversamente
Odeio te ter como concorrente
Nos gostamos da forma mais platônica
E nos sintonizamos de uma forma atômica
Vamos ser amigos
Eu te imploro, eu te suplico!
Vamos dar as mãos
Nunca hesitar, nunca dizer não
Vamos sem medo
Trocar segredos
Vamos ter uma espécie de amizade sem fé
Vamos tomar um café?
Este convite estará sempre de pé.
De um lado, somos predestinados a ser bons amigos, mas destino funciona para nós como um labirinto e temos que nos perder para nos achar, já disse algum sábio.
Talvez por te gostar tanto te tenho como concorrente, como inimigo. Isso é injusto! Sei que podemos nos encontrar, tomar um café talvez! Sei que temos assuntos para varar a madrugada.
Disse antes que minha inveja me corrompe, e de fato corrompe, mas só tenho inveja por gostar muito e tenho a frustração de saber que quando estou sendo verdadeira estou te mostrando o pior de mim, mas só gosto de ti, e esse meu gostar me estraga.
Amigos inversamente
Odeio te ter como concorrente
Nos gostamos da forma mais platônica
E nos sintonizamos de uma forma atômica
Vamos ser amigos
Eu te imploro, eu te suplico!
Vamos dar as mãos
Nunca hesitar, nunca dizer não
Vamos sem medo
Trocar segredos
Vamos ter uma espécie de amizade sem fé
Vamos tomar um café?
Este convite estará sempre de pé.
5 de maio de 2010
Você vai precisar
Para um tiro certeiro é preciso boa mira
Para ter revolta é preciso ira
Para ter tormentos é preciso ter vizinha
Para não engravidar é preciso camisinha
Para engravidar é preciso ser menina
Para se agitar é preciso cafeína
Para falar de pertinho é preciso ter bom hálito
Para ser educado é preciso ter bons hábitos
Para ter ibope é preciso espectadores
Para não ser monocromático é preciso cores
Para ser digno é preciso ter valores
Para cantar é preciso voz
Para ter intimidade é preciso estar a sós
Para não adoecer é preciso ter saúde
Para ter príncipe encantado é preciso que se ilude
Para mudar é preciso atitude
Para ouvir é preciso falar
Para sofrer é preciso amar
Para aprender é preciso errar
Para ser procurado é preciso estar sumido
Para voltar é preciso ter saído
Para se embriagar é preciso beber
Para engordar é preciso comer
Para ter histórias é preciso viver
Para ser paciente é preciso ter calma
Para ser de carne e osso é preciso ter alma
Para ser notado é preciso ter atenção
Para ter noção é preciso explicação
Para alienar é preciso televisão
Para amar é preciso ter coração
Para aguentar é preciso ser forte
Para ganhar é preciso ter sorte
Para ser confuso é preciso ter dilemas
Para ser resolvido é preciso ter problemas
Para ser poeta é preciso escrever poemas
Para escrever um poema legal é preciso usar rimas
Para dar o primeiro beijo é preciso criar um clima
Para não ficar por baixo é preciso estar por cima
Para reclamar é preciso ter pouco
Para fazer loucuras é preciso ser louco
Para ser louco é preciso ter surtos
Para ser inteligente não é preciso ser culto
Para ser metido é preciso ter vaidade
Para ter boa reputação é preciso integridade
Para ter amigos é preciso ter lealdade
Para ter bons momentos é preciso ter amigos
Para ter concorrência é preciso ter inimigos
Para ter saudade é preciso ter que partir
Para não ser pego é preciso fugir
Para ser simpático é preciso sorrir
Para levantar é preciso cair
Para não ser traído é preciso ser solteiro
Para assustar é preciso ser sorrateiro
Para quase tudo é preciso ter dinheiro.
Se um dia você sentir alguma coisa faltar
Automaticamente você vai precisar.
Para ter revolta é preciso ira
Para ter tormentos é preciso ter vizinha
Para não engravidar é preciso camisinha
Para engravidar é preciso ser menina
Para se agitar é preciso cafeína
Para falar de pertinho é preciso ter bom hálito
Para ser educado é preciso ter bons hábitos
Para ter ibope é preciso espectadores
Para não ser monocromático é preciso cores
Para ser digno é preciso ter valores
Para cantar é preciso voz
Para ter intimidade é preciso estar a sós
Para não adoecer é preciso ter saúde
Para ter príncipe encantado é preciso que se ilude
Para mudar é preciso atitude
Para ouvir é preciso falar
Para sofrer é preciso amar
Para aprender é preciso errar
Para ser procurado é preciso estar sumido
Para voltar é preciso ter saído
Para se embriagar é preciso beber
Para engordar é preciso comer
Para ter histórias é preciso viver
Para ser paciente é preciso ter calma
Para ser de carne e osso é preciso ter alma
Para ser notado é preciso ter atenção
Para ter noção é preciso explicação
Para alienar é preciso televisão
Para amar é preciso ter coração
Para aguentar é preciso ser forte
Para ganhar é preciso ter sorte
Para ser confuso é preciso ter dilemas
Para ser resolvido é preciso ter problemas
Para ser poeta é preciso escrever poemas
Para escrever um poema legal é preciso usar rimas
Para dar o primeiro beijo é preciso criar um clima
Para não ficar por baixo é preciso estar por cima
Para reclamar é preciso ter pouco
Para fazer loucuras é preciso ser louco
Para ser louco é preciso ter surtos
Para ser inteligente não é preciso ser culto
Para ser metido é preciso ter vaidade
Para ter boa reputação é preciso integridade
Para ter amigos é preciso ter lealdade
Para ter bons momentos é preciso ter amigos
Para ter concorrência é preciso ter inimigos
Para ter saudade é preciso ter que partir
Para não ser pego é preciso fugir
Para ser simpático é preciso sorrir
Para levantar é preciso cair
Para não ser traído é preciso ser solteiro
Para assustar é preciso ser sorrateiro
Para quase tudo é preciso ter dinheiro.
Se um dia você sentir alguma coisa faltar
Automaticamente você vai precisar.
4 de maio de 2010
Mais pensamentos vazios
Gosto quando o tempo está chuvoso, me faz pensar nos mais diversos assuntos com mais profundidade. Mesmo quando relembro da minha abstinência por liberdade, eu me sinto mais confortada, não sei o por que,deve ser pela forma fascinante do cair das gotas de chuva,sinto-me aborrecida como de costume mas, em dias chuvosos meu aborrecimento diminui.
Enquanto o tédio me cobre aqui dentro, lembro como a vida é efervescente do lado de fora. Preencho meu tempo com o vazio da solidão, ah! Como fiquei deprê ultimamente.
Muitas vontades são supridas pelo orgulho,a minha falta de integração com as outras pessoas, tira-me a noção do mundo real. Minha sinceridade incontrolável acaba se tornando um defeito fatal.
A simplicidade sempre me atraiu, o modo mágico e ao mesmo tempo sem truques da simplicidade me fascina imensamente; Ouvir músicas que eu não ouvia há muito tempo me trouxe à memória uma época despreocupada e corajosa. Envergonho-me na covarde que fui me tornando aos poucos. Me envergonho também por saber que faço parte de uma geração que tem valores fúteis, e esquecem dos verdadeiros ideais, sabemos que estamos sendo rodeados por um cenário que obriga ser apedrejado até cair mas fechamos os olhos e fingimos que não vemos; Nos fechamos em nossos grupinhos e pensamos ser melhores que os outros. Minha juventude mesquinha me envergonha.
Nós, adolescentes adoramos nos auto-intitular "revoltados" mas o mais engraçado é que não nos revoltamos para as coisas realmente revoltantes, a vergonha que tenho da minha geração é porque somos hipócritas e infantis, não evoluímos só declinamos. Enquanto nossa concepção de revolta for "Papai não me deu mesada, vou me trancar no quarto até morrer" ou "vou cortar os pulsos para ser notado" vão ser revoltas irrelevantes, e motivo de piada para os mais velhos que encararam por exemplo, a ditadura. Minha geração só se revolta com o que acontece em torno do próprio umbigo.
A minha falta de tato com as pessoas pode tornar a concepção acima em uma concepção enganada, realmente, torço por isso.
Não escondo o fato que me enquadro na minha geração, até porque ultimamente meu passatempo mais frequente é prender-me a picuinhas infantis. Me preocupo com a minha falta de ocupação com algum fundamento, estou fugindo do bom senso, de fato.
Meu mau-humor que vem e vai de forma repentina me transforma em uma espécie de bipolar recessiva, minha ansiedade reflecte no meu estômago.Caramba, peguei o gosto de ver as coisas pelo lado negativo, só para ter a ideia que estou sendo realista, e também, ter tragédias imaginárias pode me ajudar com tragédias verdadeiras.
Alguns que lerem este texto podem até se sentir ofendidos por eu ter chamado nossa geração de fútil, mesquinha... enfim (considerando que as pessoas que lêem este blog estejam na mesma faixa de idade que eu) tudo bem, mas isto foi apenas um pensamento um tanto mais arrojado que os outros pensamentos dessa cabeça vazia, e outros vão achar esse texto um tanto incoerente no começo... saiba que foi tudo de caso pensado, pois a incoerência em mim era predominante e a necessidade de coloca-la no papel (ou no blog)era tamanha, pois isso faz ela ir. E não, não tenho síndrome da cabana, eu convivo com alguns outros seres, mas sabe como é, nós que escrevemos adoramos nos apegar ao sentimentalismo e exageramos no que não é tão ruim assim, mas a parte crítica desse texto, serve para refletir... ou não.
Enquanto o tédio me cobre aqui dentro, lembro como a vida é efervescente do lado de fora. Preencho meu tempo com o vazio da solidão, ah! Como fiquei deprê ultimamente.
Muitas vontades são supridas pelo orgulho,a minha falta de integração com as outras pessoas, tira-me a noção do mundo real. Minha sinceridade incontrolável acaba se tornando um defeito fatal.
A simplicidade sempre me atraiu, o modo mágico e ao mesmo tempo sem truques da simplicidade me fascina imensamente; Ouvir músicas que eu não ouvia há muito tempo me trouxe à memória uma época despreocupada e corajosa. Envergonho-me na covarde que fui me tornando aos poucos. Me envergonho também por saber que faço parte de uma geração que tem valores fúteis, e esquecem dos verdadeiros ideais, sabemos que estamos sendo rodeados por um cenário que obriga ser apedrejado até cair mas fechamos os olhos e fingimos que não vemos; Nos fechamos em nossos grupinhos e pensamos ser melhores que os outros. Minha juventude mesquinha me envergonha.
Nós, adolescentes adoramos nos auto-intitular "revoltados" mas o mais engraçado é que não nos revoltamos para as coisas realmente revoltantes, a vergonha que tenho da minha geração é porque somos hipócritas e infantis, não evoluímos só declinamos. Enquanto nossa concepção de revolta for "Papai não me deu mesada, vou me trancar no quarto até morrer" ou "vou cortar os pulsos para ser notado" vão ser revoltas irrelevantes, e motivo de piada para os mais velhos que encararam por exemplo, a ditadura. Minha geração só se revolta com o que acontece em torno do próprio umbigo.
A minha falta de tato com as pessoas pode tornar a concepção acima em uma concepção enganada, realmente, torço por isso.
Não escondo o fato que me enquadro na minha geração, até porque ultimamente meu passatempo mais frequente é prender-me a picuinhas infantis. Me preocupo com a minha falta de ocupação com algum fundamento, estou fugindo do bom senso, de fato.
Meu mau-humor que vem e vai de forma repentina me transforma em uma espécie de bipolar recessiva, minha ansiedade reflecte no meu estômago.Caramba, peguei o gosto de ver as coisas pelo lado negativo, só para ter a ideia que estou sendo realista, e também, ter tragédias imaginárias pode me ajudar com tragédias verdadeiras.
Alguns que lerem este texto podem até se sentir ofendidos por eu ter chamado nossa geração de fútil, mesquinha... enfim (considerando que as pessoas que lêem este blog estejam na mesma faixa de idade que eu) tudo bem, mas isto foi apenas um pensamento um tanto mais arrojado que os outros pensamentos dessa cabeça vazia, e outros vão achar esse texto um tanto incoerente no começo... saiba que foi tudo de caso pensado, pois a incoerência em mim era predominante e a necessidade de coloca-la no papel (ou no blog)era tamanha, pois isso faz ela ir. E não, não tenho síndrome da cabana, eu convivo com alguns outros seres, mas sabe como é, nós que escrevemos adoramos nos apegar ao sentimentalismo e exageramos no que não é tão ruim assim, mas a parte crítica desse texto, serve para refletir... ou não.
Nostalgia na lanchonete da esquina
Quase todos os fins de tarde, eu ia até a lanchonete da esquina para tomar meu café rotineiro. Não era um local muito grande, as mesas eram enfileiradas de forma vertical. Não sei o seu grau de higiene, mas o café era bom.
Especialmente naquela segunda-feira o movimento estava maior que de costume. Comecei a observar as pessoas que estavam lá e as que adentravam.
Sentados ao meu lado esquerdo, tinha uma mãe e três filhos barulhentos, na frente desta família tinha 2 rapazes e seu assunto predominante que era o futebol de ontem; Ao meu lado direito haviam duas senhoras avaliando a vida alheia.
Fiquei naquela observação casual por alguns minutos, até que três amigas,que não passavam dos catorze anos, sentaram na minha frente e pediram sanduiches e refrigerante; Suas conversas eram repletas de humor negro, palavrões, nomes de garotos, música e roupas. Ao observar aquela cena, rapidamente uma nostalgia de lembranças tomou conta de mim, fleches da época em que tinha treze surgiram na minha cabeça e não pude deixar de comparar aquela menina desleixada de treze anos que eu era com a recém-adulta que eu estava me tornando.
Quanto mais eu relembrava daquela menina despreocupada com tudo, mais me sentia uma atual resmungona, com contas para pagar e solitária. Naquele instante,uma breve conclusão pairou na minha mente:"para virar uma velha ranzinza, só me falta os gatos!"
Meus olhos se encheram de lágrimas ao me deparar com essa percepção e naquele momento levantei-me, paguei o café e andei sem destino por algum tempo e aos poucos minhas ideias estavam sendo recolocadas no lugar.
Ao chegar em casa, analisei a nostalgia da lanchonete com mais cautela:"Estou trabalhando muito, estou cansada e com sono, tô estressada! As vezes choro sem motivo e as vezes brigo e mando os demais para o inferno... estou de TPM".
Especialmente naquela segunda-feira o movimento estava maior que de costume. Comecei a observar as pessoas que estavam lá e as que adentravam.
Sentados ao meu lado esquerdo, tinha uma mãe e três filhos barulhentos, na frente desta família tinha 2 rapazes e seu assunto predominante que era o futebol de ontem; Ao meu lado direito haviam duas senhoras avaliando a vida alheia.
Fiquei naquela observação casual por alguns minutos, até que três amigas,que não passavam dos catorze anos, sentaram na minha frente e pediram sanduiches e refrigerante; Suas conversas eram repletas de humor negro, palavrões, nomes de garotos, música e roupas. Ao observar aquela cena, rapidamente uma nostalgia de lembranças tomou conta de mim, fleches da época em que tinha treze surgiram na minha cabeça e não pude deixar de comparar aquela menina desleixada de treze anos que eu era com a recém-adulta que eu estava me tornando.
Quanto mais eu relembrava daquela menina despreocupada com tudo, mais me sentia uma atual resmungona, com contas para pagar e solitária. Naquele instante,uma breve conclusão pairou na minha mente:"para virar uma velha ranzinza, só me falta os gatos!"
Meus olhos se encheram de lágrimas ao me deparar com essa percepção e naquele momento levantei-me, paguei o café e andei sem destino por algum tempo e aos poucos minhas ideias estavam sendo recolocadas no lugar.
Ao chegar em casa, analisei a nostalgia da lanchonete com mais cautela:"Estou trabalhando muito, estou cansada e com sono, tô estressada! As vezes choro sem motivo e as vezes brigo e mando os demais para o inferno... estou de TPM".
Insônia solitária
Já havia anoitecido, era uma sexta-feira, e eu estava ali...em uma casa vazia, a solidão constante, se tornara uma velha companheira. Cercada por móveis empoeirados, velhos discos, e uma taça de vinho.
Decidi ler algum livro. Meus livros já eram costumeiros, tanto que decorei suas frases e mesmo assim eu os lia sem cansar, porém, não dava mais tanta importância a velha história de romance impossível. Eu imaginara ali, o que de bom estariam fazendo meus amigos, meus poucos amigos. Suas conversas, suas bebedeiras... suas conquistas. Eu perdera a curtição daquela noite,seria apenas mais uma.
O solitário porre que eu tomara, não me trouxe sono. 'Dormir talvez seja um luxo para mim'. Pensava eu.
Desliguei a música lenta e resolvi deitar-me. O escuro de meu quarto não ajudara meu sono chegar, mas, minha forte solidão me trazia lágrimas, o porre deixava naquele momento o seu primeiro efeito.
Eu variava em pensamentos, desde qual seria minha banda preferida, ao mau gosto para roupas da vizinha. Pensava em tudo e todos até que meus pensamentos negativos começaram a surgir e me consumir, e temores bobos começaram a despertar. Temia que esse momento seria minha velhice chegando ou até mesmo a morte sorrateira estaria a me esperar, seria aqueles, meus últimos momentos? Triste fim de um ser humano morrer sozinho. Eu apenas desajava adormecer para não sentir dor.
Eu me revirava e revirava, o colchão já estava quase sem lençol e minha cama fazia um ruído irritante e com impaciência eu me perguntava: - Ahhh droga! esse sono não vai chegar?
Meu estômago e meu fígado começaram a travar uma batalha, talvez seria o excesso de café que tomara todas as manhãs e todos os fins de tardes, ou seria um segundo efeito do porre solitário, acho que os dois. Acabara ali meu anseio de não ter dor se supostamente a morte viesse me visitar.
A náusea me subia pela garganta até que... Sai correndo para o banheiro, meu almoço, meu porre e minhas energias foram embora naquela descarga. Tomei um comprimido e voltei a me deitar. Agora era um leve delírio que surgira, os pensamentos ficavam lentos, meus olhos davam leves e constantes piscadas para o nada naquele imenso escuro do meu quarto, meus pensamentos autodestrutivos foram se esvaindo e fui adormecendo.
O comprimido para enjoou venceu minha insônia, afinal.
Decidi ler algum livro. Meus livros já eram costumeiros, tanto que decorei suas frases e mesmo assim eu os lia sem cansar, porém, não dava mais tanta importância a velha história de romance impossível. Eu imaginara ali, o que de bom estariam fazendo meus amigos, meus poucos amigos. Suas conversas, suas bebedeiras... suas conquistas. Eu perdera a curtição daquela noite,seria apenas mais uma.
O solitário porre que eu tomara, não me trouxe sono. 'Dormir talvez seja um luxo para mim'. Pensava eu.
Desliguei a música lenta e resolvi deitar-me. O escuro de meu quarto não ajudara meu sono chegar, mas, minha forte solidão me trazia lágrimas, o porre deixava naquele momento o seu primeiro efeito.
Eu variava em pensamentos, desde qual seria minha banda preferida, ao mau gosto para roupas da vizinha. Pensava em tudo e todos até que meus pensamentos negativos começaram a surgir e me consumir, e temores bobos começaram a despertar. Temia que esse momento seria minha velhice chegando ou até mesmo a morte sorrateira estaria a me esperar, seria aqueles, meus últimos momentos? Triste fim de um ser humano morrer sozinho. Eu apenas desajava adormecer para não sentir dor.
Eu me revirava e revirava, o colchão já estava quase sem lençol e minha cama fazia um ruído irritante e com impaciência eu me perguntava: - Ahhh droga! esse sono não vai chegar?
Meu estômago e meu fígado começaram a travar uma batalha, talvez seria o excesso de café que tomara todas as manhãs e todos os fins de tardes, ou seria um segundo efeito do porre solitário, acho que os dois. Acabara ali meu anseio de não ter dor se supostamente a morte viesse me visitar.
A náusea me subia pela garganta até que... Sai correndo para o banheiro, meu almoço, meu porre e minhas energias foram embora naquela descarga. Tomei um comprimido e voltei a me deitar. Agora era um leve delírio que surgira, os pensamentos ficavam lentos, meus olhos davam leves e constantes piscadas para o nada naquele imenso escuro do meu quarto, meus pensamentos autodestrutivos foram se esvaindo e fui adormecendo.
O comprimido para enjoou venceu minha insônia, afinal.
3 de maio de 2010
O sol
O sol me adoece, me aborrece
O sol me entristece, me envelhece...
O sol me aquece.
Quando a lua chega, e anoitece
É a hora que o sol adormece.
O sol é fraco no inverno
O sol é terno no inferno
O sol não morre, ele é eterno.
O sol me entristece, me envelhece...
O sol me aquece.
Quando a lua chega, e anoitece
É a hora que o sol adormece.
O sol é fraco no inverno
O sol é terno no inferno
O sol não morre, ele é eterno.
Nosso caso
Em nosso caso, poesia
Com toda certeza não existia
Não era lindo, apenas bonito
Somente ressaca me dera aquele menino!
Em nosso caso não houve maldade
Me pego as vezes,
Em uma recaída de saudades
Em nosso caso não havia amor, só vaidade.
Nosso caso, nasceu do acaso
Viveu sem compromisso e sem poesia
Nosso caso...
Fingíamos que não existia.
Com toda certeza não existia
Não era lindo, apenas bonito
Somente ressaca me dera aquele menino!
Em nosso caso não houve maldade
Me pego as vezes,
Em uma recaída de saudades
Em nosso caso não havia amor, só vaidade.
Nosso caso, nasceu do acaso
Viveu sem compromisso e sem poesia
Nosso caso...
Fingíamos que não existia.
00:01
Todas as luzes já foram apagadas, Ele adormeceu e eu me levantei. Tê-lo aqui já não me serve de consolo, a madrugada era uma recém-nascida.
Na frente da TV, fiquei parada. Tão alienada; Tão cansada estou!
Joga-la em um lixo, seria apenas mais um capricho.
Fui observar a janela,minha vista não é privilegiada,a lua me fugiu. Consegui avistar apenas algumas estrelas. Um momento maravilhosamente estúpido.
Enquanto recordava, me afogava no rancor.
Na frente da TV, fiquei parada. Tão alienada; Tão cansada estou!
Joga-la em um lixo, seria apenas mais um capricho.
Fui observar a janela,minha vista não é privilegiada,a lua me fugiu. Consegui avistar apenas algumas estrelas. Um momento maravilhosamente estúpido.
Enquanto recordava, me afogava no rancor.
2 de maio de 2010
Abençoado
Seu coração sem ambições
Sua alma angustiada
Seus olhos com raiva
Sua boca cheia de insultos
E o momento mais abençoado de sua vida
é quando você percebe
que não é perfeito.
Sua rotina sem cor
Sua cabeça cheia de conhecimento e confusão
Sua falta de perspectiva
E sua vida gloriosamente defeituosa
Você percebe o quanto é abençoado
Quando não precisa ser perfeito.
Sua alma angustiada
Seus olhos com raiva
Sua boca cheia de insultos
E o momento mais abençoado de sua vida
é quando você percebe
que não é perfeito.
Sua rotina sem cor
Sua cabeça cheia de conhecimento e confusão
Sua falta de perspectiva
E sua vida gloriosamente defeituosa
Você percebe o quanto é abençoado
Quando não precisa ser perfeito.
Recém Velha
Uma velha satisfeita e feliz
É o que eu pretendo me tornar
Meus olhos encherem de lágrimas
Por pensar em cada palavra, em cada momento perdido
É o que eu quero evitar.
Esboçar um sorriso ao lembrar
Da minha gloriosa juventude
Ser uma velha em plenitude.
Me orgulhar até da raiva passada,
Dos meus inimigos e até de amores perdidos
Ver minhas derrotas como troféus erguidos.
Uma velha satisfeita e feliz
Contemplando a vida evaporar
No fim, se pensa no começo
Mesmo que pagando cada preço.
Uma jovem, antigamente
Hoje transformo minha juventude em lembranças
E mesmo que eu me lamente
A cada dia minha juventude está mais empoeirada
E minha velhice renovada
Cada vez mais, uma recém velha
é o que tempo faz de mim
Até o fim, até o fim.
É o que eu pretendo me tornar
Meus olhos encherem de lágrimas
Por pensar em cada palavra, em cada momento perdido
É o que eu quero evitar.
Esboçar um sorriso ao lembrar
Da minha gloriosa juventude
Ser uma velha em plenitude.
Me orgulhar até da raiva passada,
Dos meus inimigos e até de amores perdidos
Ver minhas derrotas como troféus erguidos.
Uma velha satisfeita e feliz
Contemplando a vida evaporar
No fim, se pensa no começo
Mesmo que pagando cada preço.
Uma jovem, antigamente
Hoje transformo minha juventude em lembranças
E mesmo que eu me lamente
A cada dia minha juventude está mais empoeirada
E minha velhice renovada
Cada vez mais, uma recém velha
é o que tempo faz de mim
Até o fim, até o fim.
Nossa velha mania de ser humano
Sim, acho que podemos...
podemos nos tornar pessoas melhores
mas essa nossa velha mania
essa mania de ser humano
essa mania de colocar nas costas do tempo
se podemos resolver agora.
Tudo tão perfeitamente errado
e errando na medida certa
e trilhando seu caminho do jeito que se deve ser
pois é assim,no final você olha pra trás
e se orgulha da vida que levou.
Por mais juízo que se possa ter
Preferimos sempre agir de uma forma bela,
como se nossas vidas fossem um labirinto:
Mesmo sabendo chegar do outro lado
Preferimos nos perder,e sentir
Aquela emoção, de ter problemas e buscar soluções
nossa velha mania de ser humano.
Sei que fiz muitas coisas erradas
e só estava procurando agir sem que pudesse me arrepender
mas aprendi que certas vezes
arrependimentos é uma forma de se redimir
nossa velha mania de ser humano
vivendo cada dia, tão intensamente
mesmo que solitariamente
todos os momentos, por mais simples
tem sua intensidade enquanto vividos
por isso acho que podemos ser pessoas melhores.
da forma mais perfeita, ser alguém com seus defeitos
pois eles são o encanto da vida
E toda vez que o sol nos mostra um dia novo
me encho de questões
como humanamente vou viver esse novo dia?
apenas sabendo, que no fim dele
vou poder olhar meu rosto no espelho
e saber que todos meus atos de humano
não vão me trazer arrependimentos
mas aquela nossa velha mania
de querer ir pro céu sem culpa
mas como poderemos ir pro céu sem viver?
podemos nos tornar pessoas melhores
mas essa nossa velha mania
essa mania de ser humano
essa mania de colocar nas costas do tempo
se podemos resolver agora.
Tudo tão perfeitamente errado
e errando na medida certa
e trilhando seu caminho do jeito que se deve ser
pois é assim,no final você olha pra trás
e se orgulha da vida que levou.
Por mais juízo que se possa ter
Preferimos sempre agir de uma forma bela,
como se nossas vidas fossem um labirinto:
Mesmo sabendo chegar do outro lado
Preferimos nos perder,e sentir
Aquela emoção, de ter problemas e buscar soluções
nossa velha mania de ser humano.
Sei que fiz muitas coisas erradas
e só estava procurando agir sem que pudesse me arrepender
mas aprendi que certas vezes
arrependimentos é uma forma de se redimir
nossa velha mania de ser humano
vivendo cada dia, tão intensamente
mesmo que solitariamente
todos os momentos, por mais simples
tem sua intensidade enquanto vividos
por isso acho que podemos ser pessoas melhores.
da forma mais perfeita, ser alguém com seus defeitos
pois eles são o encanto da vida
E toda vez que o sol nos mostra um dia novo
me encho de questões
como humanamente vou viver esse novo dia?
apenas sabendo, que no fim dele
vou poder olhar meu rosto no espelho
e saber que todos meus atos de humano
não vão me trazer arrependimentos
mas aquela nossa velha mania
de querer ir pro céu sem culpa
mas como poderemos ir pro céu sem viver?
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