Meus limites debocham da minha juventude
É tão impuro quanto veneno
Sem medo, sem erros, sem graça
Eu me sinto mais honesta
Toda vez que tenho que olhar para você
Sua felicidade hipócrita, me irrita.
Eu me feria, sangrava, doía!
É inútil amar desse jeito
Tão inútil quanto sofrer
Seus atos seriam a crítica perfeita,
Se não fossem falsos
Isso não é ser feliz
É se conformar com resto.
Prefiro ter que queimar meus olhos em lágrimas,
Guardar minhas vontades e suprir meus sonhos
Ao ter que escolher infelicidade
Meu pobre coração trancado
Anseia por bater livre, estúpido e feliz
Construindo-me com escolhas
Até ver minha juventude debochar dos meus limites
E honestamente destruir sua hipocrisia.
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